7 motivos para investir numa linha de embalamento automática

Esqueça o embalamento manual. O que está a dar é automatizar a produção e isto inclui a sua linha de embalamento. Num ano especialmente ambicioso como o de 2022, esta pode ser a decisão carta para diferenciar-se da concorrência. E, além disso, poupar recursos.

Damos-lhe pelo menos sete razões para automatizar de imediato a sua linha de embalamento.

  1. Acelerar a produção e poupar recursos são duas dessas razões.

Pastelarias, panificações, mas também chocolatarias, produtoras agrícolas, indústrias de congelados, lacticínios e vitivinícolas são os negócios que mais beneficiam com as linhas de embalamento automático. Verticais ou horizontais, de acordo com as necessidades da produção.

  1. Rapidez de embalamento

Uma linha de embalamento automática permite a multiplicação imediata da sua produção. E este pode ser o segredo para a sua vantagem sobre a concorrência: produzir mais e de forma mais perfeita, poupando nos recursos. 

  1. Otimização da mão de obra

São necessários, no mínimo, três ou quatro colaboradores para embalar manualmente um produto. Uma linha de embalamento automático permite libertar esses colaboradores para funções onde a máquina não consegue substituir a inteligência humana.

  1. Poupança

É um dos maiores motivos para tomar a sua decisão já. Senão veja:

  • reduz consumíveis e minimiza o desperdício
  • reduz a necessidade de espaço e permite a total integração com outros equipamentos
  • otimiza a afetação de mão-de-obra
  • reduz o tempo efetivo de produção e acelera a entrada de produto no mercado.
  1. Uniformidade da embalagem

 Uma linha de embalamento automático acaba de vez com o desperdício de consumíveis e as embalagens desiguais. O processo é preciso e incrementa a uniformização e cumprimento de standards de mercado.

  1. Versatilidade

Sabia que pode adaptar uma embaladora automática a vários tipos de produtos alimentares e não alimentares? Tanto embala pão, legumes ou doces como máscaras cirúrgicas.

  1. Personalização

Uma linha de embalamento automático está preparada para integrar com outros sistemas de forma automática. Pode personalizar as definições de acordo com as especificidades da sua linha de produção e tipo de produto. Permite, entre outras possibilidades, a adição de extras como uma impressora de película, um sistema de codificação, um kit de atmosfera modificado ou de eurofuro.

  1. Retorno do investimento

O que no imediato parece ser mais uma despesa, a médio prazo revela ser um ótimo investimento. Ganha em produtividade. Ganha em controlo de desperdício. E ganha em introdução de revolução tecnológica.

Investir numa linha de embalamento automático vai trazer-lhe genericamente: maior rapidez go-to-market, menor necessidade de espaço, poupança em consumíveis, eficiência na gestão de mão-de-obra e modernização da sua unidade de produção.

Ficou interessado? 

Fale connosco e esclarecemos todas as dúvidas.

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Descubra a solução tecnológica que está a revolucionar as embalagens de conservas!

Há uma solução tecnológica tão inovadora para as embalagens de conservas que está a revolucionar esta indústria do setor alimentar. E num mercado tão tradicional como o das conservas, do qual faz parte, a inovação tecnológica é crucial. Proporciona a capacidade de destacar e catapultar uma empresa, como a sua, para o topo. Por isso, urge que esteja a par de todos os detalhes desta nova solução tecnológica de embalamento de conservas a vácuo.

Bem sabe, tal como nós, que os desafios e as exigências de mercado impõem constante atualização e transformação das empresas. Sob pena de ficarem rapidamente ultrapassadas e esquecidas. Neste sentido, decidimos partilhar consigo a mais recente visão e a solução mais audaciosa no âmbito do embalamento de conservas. Uma inovação onde as latas já eram! Dando azo à aplicação de outros materiais, que garantem a mesma qualidade de produto, novas formas de transporte, entre outras melhorias produtivas. Isto é andar de mãos dadas com a inovação tecnológica!

Conheça, então, esta solução disruptiva mais a fundo e reflita connosco sobre a revolução que traz à produção, armazenamento e transporte de conservas.

A necessidade de uma nova solução tecnológica face às tradicionais embalagens de conserva

Todos nós sabemos que a seleção da embalagem certa é um aspeto crucial na indústria alimentar. Porém, será que considera que o tradicional embalamento de conservas responde a todas as exigências do mercado atual? Também não nos parece! E foi esta necessidade que levou-nos a desenvolver uma solução tecnológica inovadora para o seu sector alimentar!

Comecemos por analisar o tamanho das atuais e clássicas embalagens de conservas. 

Os enlatados tradicionais constituem uma carga volumosa e rígida que não permite flexibilidade no seu acondicionamento. O que é muito exigente em termos de espaço no armazenamento, mas também em termos de transporte. Por conseguinte, levam a um gasto mais acentuado destes recursos pela empresa conserveira. Este é um aspeto sobre o qual deve refletir!

A inovação tecnológica de embalamento a vácuo de conservas

Para responder aos desafios supramencionados e com vista a melhorar o rendimento da sua empresa, apresentamos-lhe a proposta inovadora de embalamento vertical. A tecnologia de embalamento vertical com selagem especial em vácuo. Com toda uma nova embalagem doypack em película metalizada, desenvolvida especialmente para conservas.

Sem dúvida que esta é a solução inovadora certa para si. Pois, responde na totalidade aos desafios que pairam sobre a indústria conserveira, indo até um pouco mais além. Posto isto, torna-se premente uma solução de embalamento de conservas alternativa à atual. Uma solução tecnológica que supere tais desafios económicos e ambientais.


A inovação tecnológica de embalamento a vácuo de conservas

Para responder aos desafios supramencionados e com vista a melhorar o rendimento da sua empresa, apresentamos-lhe a proposta inovadora de embalamento vertical. A tecnologia de embalamento vertical com selagem especial em vácuo. Com toda uma nova embalagem doypack em película metalizada, desenvolvida especialmente para conservas.

Sem dúvida que esta é a solução inovadora certa para si. Pois, responde na totalidade aos desafios que pairam sobre a indústria conserveira, indo até um pouco mais além.

Repare só nos benefícios da solução tecnológica de embalamento a vácuo:

  • A integração de selagem a vácuo permite o alargamento do prazo de validade dos produtos.
  • Esta solução permite conter mais produto, ocupando menos espaço do que uma lata tradicional.
  • É muito mais leve! E, como tal, estas embalagens são mais fáceis de transportar e de acondicionar. O que faz uma diferença brutal, quer em termos de logística, quer em termos de ocupação e organização nos armazéns.
  • Esta nova embalagem vem, ainda, eliminar os riscos de contaminação com fragmentos da mesma, uma vez que é muito mais resistente. E vem facilitar o processo de abertura e esvaziamento, eliminando a possibilidade de lesões pelo consumidor final (mais provável na manipulação da abertura das latas e na extração do produto).
  • É totalmente eficaz na eliminação do habitual desperdício no enchimento dos enlatados com acompanhamentos (com o azeite, molhos, entre outros).
  • Assume-se como uma solução de embalagem ultra flexível. Pois embala vários tipos de conteúdo, não ficando presa a 1 tipo de molho ou condimento.
  • Acarreta, ainda, máxima versatilidade e as melhores hipóteses para rentabilizar o seu negócio. Já que este equipamento de embalamento está preparado para alterar total e instantaneamente o produto que está na linha de produção. Rapidamente se converte para responder a qualquer outro desafio que se queira abraçar na indústria alimentar.

Consegue imaginar as possibilidades que a solução tecnológica inovadora de embalamento a vácuo pode trazer para o seu negócio?

Ao mudar o seu paradigma. Ao investir na inovação no embalamento das conservas. Vai efetivamente constatar os seguintes factos relativamente à nova tecnologia de embalagens de conservas a vácuo:

  • mantém a qualidade do produto por mais tempo, aumentando a sua validade;
  • é mais flexível, prática, leve, resistente e versátil;
  • aumenta a capacidade de conteúdo, ocupando o menor espaço possível;
  • é mais fácil de acondicionar e transportar, rentabilizando espaço e recursos;
  • permite menor desperdício e mais eficiência na produção.

Portanto, esta solução de embalagens é efetivamente vanguardista, representando uma verdadeira revolução na indústria conserveira. Revolução que se avizinha como o futuro da sua empresa! Prepare-se para ser das primeiras empresas do setor alimentar a trazer ao mundo das conservas uma embalagem otimizada, muito mais inteligente e que supera os desafios impostos pela sociedade atual.

Assim, o caminho de sucesso das embalagens de conservas passa, sem dúvida, por esta nova proposta. Que apresenta as melhores soluções. Que garante a maior qualidade e segurança do produto final, com ganhos significativos de validade, logística, flexibilidade e versatilidade.

Fique na linha da frente da inovação e do sucesso e contacte-nos!

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Como se tornar um fornecedor nacional de produtos alimentares da McDonald’s

Há 31 anos atrás, quando a McDonald’s entrou em Portugal, os seus fornecedores de produtos alimentares eram todos estrangeiros, não havia um único português. Atualmente isso já não acontece. A McDonald’s conta, em 2020, com mais de 30 fornecedores nacionais e a tendência é para aumentar.

Hoje, as compras a estes fornecedores nacionais de produtos alimentares representam mais de 40% do volume global de compras da McDonald’s Portugal. Tal advém da forte presença desta multinacional no território português. São já 176 restaurantes espalhados por Portugal Continental e Ilhas, com um total de cerca de 6500 colaboradores. Face à procura dos seus produtos a McDonald’s tem uma necessidade anual, 100% origem portuguesa, de cerca de:

  • 1300 toneladas de alface portuguesa;
  • 65 toneladas de maça de alcobaça;
  • 7900 toneladas de cebola portuguesa;
  • 1400 toneladas de ketchup.

E 25% do seu ingrediente principal, carne de vaca, é proveniente de fornecedores nacionais.

Mas será que qualquer fornecedor português pode tornar-se fornecedor de produtos alimentares desta multinacional? Somente aqueles que cumprirem todos os requisitos de segurança, higiene e qualidade alimentar exigidos pela marca! Mas se conseguirem atingi-los podem retirar bons dividendos dessa parceria.

Então quais são os requisitos para tornar-se um fornecedor nacional de produtos alimentares da McDonald’s?

O número de fornecedores nacionais tem vindo a crescer à medida que a marca tem evoluído em Portugal, fruto também da variedade e diversidade dos seus menus. Menus estes, cada vez mais, adaptados às realidades gastronómicas de cada país.

Segundo a própria McDonald’s ser-se um fornecedor desta cadeia de restaurantes pode abrir portas à exportação do seu produto alimentar. Sedutor, não é?! A verdade é que alguns fornecedores nacionais, como a Italagro, Panike, Vegenat e Mendes Gonçalves, já atingiram esse patamar. Começaram por ser fornecedores nacionais da McDonald’s Portugal e, atualmente, já fornecem outros mercados do universo McDonald’s com produtos alimentares portugueses.

Tais exemplos nacionais têm vindo a impulsionar outros fornecedores de produtos alimentares a melhorarem as suas linhas de produção em termos de:

  • Certificação de máquinas
  • Utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) certificados
  • Processos de controlo de qualidade de embalamento e de preparação de alimentos

Assim, um fornecedor nacional que se preze deve garantir à McDonald’s o cumprimento rigoroso das certificações e sistemas de controlo de segurança e qualidade alimentar exigidos à escala global e não apenas em Portugal. De facto, a certificação é a base principal para fornecer os seus produtos alimentares à cadeia McDonald’s.

Para poderem participar dos menus da McDonald’s, os fornecedores nacionais têm de ser previamente auditados e aprovados pelo departamento de Qualidade da McDonald’s. Além disso, têm de estar em conformidade com a legislação europeia. Como tal, é deveras importante para si, assim como para outros fornecedores nacionais que ainda não fazem parte do grupo de parceiros Mcdonald’s, a analisar os requisitos em questão mais detalhadamente.

  • Sistema de controlo de qualidade e segurança alimentar.

Como primeiro requisito, um fornecedor nacional de produtos alimentares deve apresentar um sistema de controlo de qualidade e segurança alimentar rigoroso e eficaz. Tal deverá estar patente no seu sistema de gestão de segurança alimentar, cumprindo todas as normas de proteção alimentar contra contaminações. A prevenção de perigos biológicos, químicos e físicos deve ocorrer em todas as fases da sua linha de produção alimentar.

Como tal, durante a auditoria, os fornecedores devem ser capazes de demonstrar a eficácia do seu sistema de gestão de segurança alimentar. Esta validação fica salvaguardada se investir em:

  • Equipamentos de deteção de metais e em consumíveis detetáveis que podem afetar o produto final.
  • Equipamentos de embalamento de qualidade superior e adequados às suas necessidades de produto.
  • Sistema HACCP

Antes da aplicação do HACCP, os fornecedores nacionais de produtos alimentares da Macdonald’s, devem implementar o Programa de Pré-requisitos. Este inclui:

  • – Orientações e normas de higiene pessoal
  • – Uma análise de risco documentada das matérias-primas
  • – Um plano HACCP para cada produto

Quanto ao Plano HACCP, este deve, ainda, ser validado e implementado em todas as instalações. E a sua revisão deve ocorrer anualmente, salvo necessidades pontuais. Todas as alterações e adequações dos produtos e seus processos de fabrico ou embalamento devem ficar documentadas no mesmo.

  • Controlo de Contaminação Física

Material estranho, incluindo aquele que acarreta perigos físicos, deve ser levado em consideração em todas as análises de risco. Este ponto deve ser levado sobremaneira a sério se pretender tornar-se um fornecedor nacional de produtos alimentares da McDonald’s. Como tal, deverá tomar todas as medidas necessárias para evitar e proibir a entrada de materiais estranhos que possam afetar a qualidade do seu produto alimentar. Medidas como:

  • Estabelecer os procedimentos acerca da prevenção de qualquer potencial contaminação física e afixá-los em local visível para todos os colaboradores.
  • Aplicar tecnologias de deteção de materiais estranhos. Falamos, por exemplo, de detetores de metais, Raio-X e sistemas de visão artificial. 
  • Aplicar sistemas de controlo adequados à remoção do produto identificado como defeituoso. 
  • Controlo Químico

Tal como para os perigos físicos, também deverá ter em consideração a análise dos riscos químicos se verdadeiramente pretender fazer parte dos fornecedores da McDonald’s Portugal. Assim, averigue se na sua linha de produção estão a ser tomadas todas as medidas necessárias para evitar a contaminação química do seu produto alimentar. Verifique, também, se os procedimentos escritos para a prevenção de qualquer potencial contaminação química estão devidamente estabelecidos. Salvaguarde que, na sua linha de produção, os produtos químicos:

  • São comprados a entidades certificadas
  • Encontram-se rotulados
  • Ficam armazenados em local apropriado para o efeito
  • E são usados em conformidade com todas as leis e regulamentos aplicáveis.

Lembre-se que há diferentes produtos químicos de acordo com a sua aplicação. Desde o controlo de pragas, passando pela limpeza e higienização de superfícies e máquinas, até à manutenção de equipamentos. E todos eles devem conter um programa escrito referente à sua aprovação e uso, bem como uma folha de dados de segurança acessível para informações específicas sobre os mesmos. A McDonald’s vai querer testar a eficácia desse programa! Como tal, mantenha-o em auditoria regular, de forma periódica, para que na altura H não falhe nada!

  • Controlo microbiológico do produto

Outro dos requisitos para se tornar num fornecedor de produtos alimentares da maior cadeia de fastfood no território português consiste no estabelecimento de um criterioso controlo microbiológico. Nesse sentido, deve certificar-se que em todas as etapas da sua linha de produção há uma rigorosa supervisão das medidas preventivas de contaminação microbiológica.  Tudo deve ser feito para minimizar ou eliminar o perigo microbiológico do seu produto. Desde validações de equipamentos de proteção individual, passando pela monitorização da higienização sanitária, até à verificação das normas e procedimentos de controlo de riscos. Tudo deve ser permanentemente inspecionado, validado, e devidamente documentado. Aliás, a documentação adequada deve estar sempre disponível para consulta e revisão pelas entidades certificadoras em caso de auditoria. Além disso, deverá implementar um programa de identificação e controlo ativo de potenciais contaminantes biológicos ou condições ambientais geradoras dos mesmos, de forma a precaver perigos desnecessários que poderão colocar em risco a sua parceria.

  • Programa de Monitorização Ambiental

O Programa de Monitoramento Ambiental, é outro dos requisitos mencionados pela McDonald’s na seleção dos seus fornecedores de produtos alimentares.  Se ainda não possui um PMA é aconselhável que proceda à sua execução o quanto antes! Uma vez estabelecido, permitir-lhe-á verificar e validar a higiene microbiológica da sua instalação física (paredes, pisos, ralo, tetos, tetos, etc.). De facto, o PMA assume suma importância na estratégia geral de redução ou eliminação dos perigos microbianos que possam afetar a segurança alimentar do seu produto. Nele devem estar abrangidos o PGA (…) e o EMP (…):

– No que se refere ao PGA, este permite apurar a adequação dos programas de limpeza e saneamento à sua linha de produção. Deve, por isso, ser usado para identificar oportunidades de melhoria no saneamento.

– Relativamente ao EMP, este serve como um guia de normativos a ter em consideração no seu ambiente de produção. Nele encontram-se incluídas as leis em vigor e regulamentos aplicáveis pelo Estado Português. Mas, acima de tudo, deve contemplar um plano de ação ambiental a ser implementado na prevenção de microrganismos e/ou agentes patogénicos de acordo com os indicadores apropriados previstos nesse documento. Nesse plano deve, igualmente, constar as medidas de eliminação adequadas dos microrganismos, em caso de proliferação dos mesmos na sua linha de produção.

Por fim, dentro do PMA, e como prática aconselhável, os fornecedores de produtos alimentares, deverão criar o perfil microbiológico adequados às suas instalações fabris.

Quanto mais preciso e representativo for o PMA da sua empresa, maior será a garantia de segurança e qualidade do seu produto.

  • Teste e Amostragem de Produto

Este é um dos requisitos-chave! Sem testes e amostragem do produto alimentar, a credibilidade da sua linha de produção pode ser seriamente afetada. E o risco de rejeição do McDonald’s será maior! Para precaver-se, deverá realizar, com regularidade, os testes microbiológicos, químicos e físicos em conformidade com os normativos da marca McDonald’s e com as leis e regulamentos em vigor em Portugal e na UE. O mais indicado é que proceda ao estabelecimento interno de um plano de amostragem que lhe permita manter um controlo eficaz e consistente do seu produto alimentar ao longo de toda a sua linha de produção.

  • Alérgenos e sensibilidades alimentares

Os ingredientes de dado um produto alimentar possam vir a causar qualquer tipo de alergia e/ou sensibilidade alimentares devem ser claramente identificados e comunicados pelo fornecedor à McDonald’s. Para acautelar situações de desconforto com a sua entidade parceira, e até mesmo com o consumidor final, deverá proceder a uma avaliação de alérgeno em todos os seus produtos. Esta deverá ser conduzida como parte do desenvolvimento do HACCP e plano de segurança alimentar da sua empresa. Nele devem estar identificadas todas as potenciais fontes de alérgenos. Isso inclui não só as matérias-primas e/ou ingredientes, como também as etapas de processamento, auxiliares de processamento, retrabalho e transporte de fabricação. É fundamental que, como fornecedor de produtos alimentares esteja ciente do potencial de contaminação cruzada por alérgenos nas atividades de manufatura e manuseamento dos mesmos nas suas linhas de produção. Isso irá ajudá-lo a definir procedimentos e a implementar medidas de prevenção adequadas.

  • Rastreabilidade e recuperação do produto alimentar

Este nono requisito diz respeito à documentação das políticas e dos procedimentos e práticas de higiene, segurança e prevenção em vigor na sua empresa. São todos os documentos que garantam que os produtos alimentares são rastreados em todos os momentos da sua produção até à sua distribuição. Tais documentos devem, ainda, conter as informações de codificação legíveis e acessíveis de forma rápida. Porém, para tornar-se um fornecedor nacional de produtos alimentares da McDonald’s terá, também, de incluir nessa documentação as informações sobre codificação, rotulagem e gráficos de produção e eliminação de produtos.

Outro documento imprescindível diz respeito ao programa de recuperação do produto alimentar. Este trata do uso e manuseio de retrabalho. Assim, em caso de necessidade de recuperação do produto alimentar, os procedimentos para tal devem estar estabelecidos de acordo com as normas sanitárias e atender:

  • Ao diagnóstico das etapas de produção e distribuição. Designadamente, a verificação de materiais de trabalho e dos componentes dos produtos, reconhecimento do lote correspondente, e identificação do produto em espera, destruído ou em trânsito.
  •  À identificação do pessoal envolvido na produção e distribuição. Nomeadamente, a análise dos processos contínuos e dos sistemas compartilhados.
  • A uma comunicação rápida para uma execução rápida da recolha do produto alimentar.
  • Posto isto, no rastreamento e/ou recuperação dos produtos alimentares deverá:
  • Contabilizá-los pelo número do lote.
  • Considerar a quantidade produzida, enviada e desperdiçada.
  • Ser capaz de localizar de forma eficiente todo o produto produzido.
  • Determinar a data de produção e de envio para o seu cliente e/ou armazém de distribuição.

Além disso, como fornecedor de produtos alimentares da McDonald’s tem de conseguir garantir a localização a 100% de qualquer produto num máximo de 3 horas após a sua produção. Como tal, aconselhamos a que realize, nas suas instalações, exercícios de simulação de recuperação/rastreamento de produtos, pelo menos, 2 a 3 vezes ao ano.

  • Prevenção de fraude de produtos alimentares

Como requisito final, um fornecedor de produtos alimentares, da maior cadeia de hambúrgueres em território português, deve ser capaz de prevenir fraude dos alimentos. Para tal, deverá realizar, de forma frequente, uma análise de risco dos ingredientes e/ou matérias-primas usadas na produção do produto alimentar. Tal análise deve garantir que os componentes do produto alimentar estão em conformidade com os requisitos de segurança e qualidade dos alimentos, de forma a acautelar potenciais fraudes. A Mcdonald’s recomenda, ainda, o desenvolvimento de um documento de avaliação de vulnerabilidade para consulta de rotina e controlo dos riscos.

Estas são as 10 principais guidelines fornecidas pela McDonald’s para os seus fornecedores de produtos alimentares. Se pretender realmente tornar-se num, é conveniente que as siga de forma doutrinal. O cumprimento destas diretrizes requer um trabalho longo, detalhado e contínuo. Mas os frutos que daí advêm podem ser vastos. Quanto mais não seja para a própria credibilidade e notoriedade da sua empresa. Aliás, recentemente, várias certificações alimentares têm vindo a ser atualizadas com base nestes requisitos das McDonald´s. 

Na EACTECH, Lda. encontra o parceiro à altura para ajudá-lo a cumprir tais requisitos. Mais especificamente na deteção de contaminantes físicos nos produtos alimentares. As máquinas, equipamentos e consumíveis que temos à sua disposição cumprem com os requisitos de fornecimento específicos para a Indústria Alimentar não só nacional como europeia, e mesmo internacional. 

Se quiser saber como podemos apoiá-lo neste processo de certificação, entre em contacto connosco e receba uma visita sem compromisso da nossa equipa.

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Tudo o que precisa de saber sobre detetores de metais para garantir a reputação da sua marca.

Os detetores de metais vieram facilitar as regras de segurança na indústria alimentar. A higiene na indústria dos alimentos é uma das maiores preocupações dos gestores. No limite, e como já aconteceu, pode arruinar a reputação de uma marca e obrigar a recolher toneladas de produto. Em 2013, a gigante Kit Kat viu-se obrigada a recolher produto a uma escala mundial depois de um grupo de consumidores ter reclamado e informado a empresa que encontraram corpos estranhos no seu produto. Este tema torna-se ainda mais sensível nos tempos que correm. Consumidores mais exigentes e informados. Com acesso às redes sociais, onde facilmente podem iniciar um movimento de condenação capaz de deitar por terra a reputação de uma empresa.

Na indústria alimentar, os corpos estranhos que mais comummente podemos encontrar nos alimentos são os fragmentos de metal.

Os detetores de metais identificam, essencialmente, três tipos de metal:

  • Os metais ferrosos como o ferro. Neste caso, a deteção é relativamente simples.
  • Os metais não ferrosos, como o cobre. O grau de facilidade na deteção é mais complexo mas com grande fiabilidade.
  •  Aço inoxidável, sendo frequente a contaminação liga de aço. Neste caso, a dificuldade de deteção é maior.

A última revolução do mercado dos detetores de metais introduziu a tecnologia Raio-X para garantia de segurança máxima. Os detetores de metais por Raio-X detetam o mais ínfimo fragmento, garantindo uma linha de produção 100% certificada e segura. Na Esteves Alves e Carvalho já estamos, há algum tempo, a implementar estes equipamentos e os resultados são surpreendentes. 99% dos nossos clientes dizem-se muito satisfeitos e registaram acréscimos de performance e padrões de qualidade que em poucos meses lhes asseguraram o retorno do investimento feito.

 

Na indústria de produção de alimentos, o metal é um dos materiais contaminantes mais comuns nos alimentos.

O metal pode ser surgir em todas as etapas do processamento de alimentos, já que é o material mais usado na construção de máquinas, equipamentos de manuseio e utensílios auxiliares. Algumas das fontes de contaminação mais comuns na indústria de processamento de alimentos são:

  • Parafusos soltos
  • Pedaços de lâmina
  • Etiquetas de metal

Um detetor de metais pode ser integrado na linha de produção ou utilizado no final do processo, na fase de embalamento. Na EACTECH, anos de experiência e acompanhamento, ajudam-nos a identificar a solução mais eficiente e segura, apoiando os nossos parceiros, também, na gestão preventiva e manutenção.

As 3 principais vantagens de utilização de detetores de metais:

  • A primeira, e mais importante de todas, é garantir a segurança alimentar do consumidor. As normativas de HACCP são cada vez mais exigentes e as inspeções mais regulares. Mas, acima de tudo, é fundamental zelar pela imagem da sua marca e garantir que não existirão dissabores que possam afetar reputação e negócio.
  • Não menos importante é proteger a máquina contra danos que podem afetar a sua performance e, até mesmo, causar avarias e necessidade de reparação ou substituição de peças ou partes do equipamento.
  • Finalmente, a utilização destes equipamentos permite alcançar padrões elevados de qualidade alimentar e, com isso, garantir a confiança e a preferência do mercado.

No momento de avaliar e escolher um detetor de metais, privilegie aspetos como a garantia de precisão, a facilidade de limpeza e higienização e a simplicidade e facilidade de operação. A nossa equipa é especializada em detetores de metais e pode prestar-lhe um aconselhamento personalizado e dedicado às especificidades do seu negócio. Fale com um dos nossos especialistas. Atualmente, além dos detetores de metais, os materiais detetáveis vieram, também eles, revolucionar a gestão preventiva dos parques industriais. Num próximo artigo vamos explorar este tópico e, por isso, convidamo-lo a subscrever a nossa newsletter para receber os últimos updates e tendências da indústria. Até lá, consulte o nosso catálogo de detetáveis aqui. Um detetor de metais pode ajudá-lo a garantir a segurança e a integridade de produtos não embalados, embalados ou a granel, identificando contaminantes metálicos durante o processamento ou embalamento e ajudando a garantir que não entram nos alimentos que vamos oferecer aos consumidores. Como parte do seu programa HACCP, os sistemas de deteção de metais asseguram a conformidade com os padrões de segurança alimentar (IFS, BRC e FSSC 22000), a legislação e as orientações da indústria. Andreia Lopes Project Manager andreia@eactech.pt 911 787 910 / 253 814 911 Cátia Fernandes Project Manager catia@eactech.pt 915 058 750 / 253 814 911  

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